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O que é visto D2? Conheça o visto de empreendedor para Portugal

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o que é o visto d2

Quem pensa em visto D2 de empreendedor para Portugal já se imagina gerindo um negócio lucrativo, aproveitando para viajar toda a Europa e ainda sendo seu próprio chefe, fazendo seu horário de trabalho como preferir. É realmente uma visão muito atraente!

Porém, existem diversos fatores que devem ser considerados para dar entrada no visto D2 para não ter surpresas financeiras.

Por isso, reunimos no artigo de hoje uma explicação sobre o que é visto D2, por que ele é a melhor opção para empreendedores e como se planejar para fazer uma migração mais segura. 

 

O que é o visto D2?

O visto D2 é um visto de trabalho para Portugal, para exercer atividade independente, ou seja, para quem vai trabalhar por conta própria, no seu negócio.

Para conceder o visto de empreendedor, o Consulado precisa julgar que a sua pequena ou média empresa tem relevância para Portugal ou para a região onde você pretende abrir o estabelecimento, seja financeiramente, socialmente, tecnologicamente ou culturalmente.

Ele é especialmente útil para quem já possui seu próprio negócio no Brasil e gostaria de continuar trabalhando no ramo em Portugal.

O visto D2 permite que o imigrante traga também a sua família para viver em Portugal por reagrupamento familiar (desde que comprove meios de sustentá-los) e ele deve ser renovado depois de um ano, três anos e cinco anos em Portugal (sempre mostrando que o negócio está funcionando e gerando renda), até que o imigrante possa pedir a residência permanente.

 

 

Por que tirar o visto D2 de empreendedor para Portugal?

Agora que você já sabe o que é o visto D2 ou visto de empreendedor, vamos ao que interessa: por que essa é uma opção a ser considerada? Quais são os fatores atrativos para investir em Portugal?

 

O baixo custo de vida

Começar um negócio nunca é fácil: os investimentos iniciais consomem dinheiro e, em alguns casos, o retorno é lento, especialmente nas fases iniciais do empreendimento. E é aí que visto de empreendedor para Portugal começa a fazer sentido.

Explico: como o custo de vida no país é bem baixo, especialmente se comparado ao Brasil ou a outros países europeus, fica mais fácil de você desenvolver o seu negócio por aqui sem passar apertos financeiros na vida pessoal, sem sacrificar muito do seu estilo de vida ou sem precisar de um capital inicial muito elevado.

 

Leia também: Custo de Vida em Portugal – Quanto é preciso para viver bem

 

Negócios na Europa

Imagina o seguinte cenário: pagar o custo de vida baixo de Portugal, porém com acesso a clientes (tanto B2B quanto B2C) de todas as partes da Europa, inclusive de países que estão acostumados a pagar muito mais caro pelo seu serviço.

Essa é uma das grandes vantagens de quem tira o visto de empreendedor para Portugal: a proximidade comercial com outras nações, desfrutando, inclusive, de acordos comerciais da União Europeia.

E não pense que isso é algo complicado de se realizar! Com o grande fluxo de estrangeiros em terras portuguesas, às vezes basta fazer networking em algum coworking para conhecer potenciais parceiros comerciais.

 

Leia também: Conheça Portugal, o país destino de muitos investidores

 

O estilo de vida

Se você abrir o seu negócio em São Paulo, por exemplo, os primeiros anos seriam de muito trabalho e pressão pela lucratividade, certo? Fazer a empresa acontecer para não ter prejuízos e sustentar os altos custos iniciais.

Em Portugal, porém, a população tem uma relação diferente com o trabalho. O imigrante que vem viver aqui com o visto de empreendedor tem mais segurança, viaja mais e não precisa ganhar fortunas para viver com qualidade de vida. Afinal, serviços importantes e que pesam muito no bolso do brasileiro, como saúde e educação, são gratuitos. Dependendo de onde você escolha viver, até mesmo os custos mais elevados de moradia podem ser reduzidos.

Todos esses fatores somados contribuem para que você viva mais a vida, desfrute do tempo de lazer e desacelere o ritmo de trabalho, mesmo tendo vindo para o país com o visto D2. Assim, você tem menos pressão sobre si mesmo e sobre o desempenho lucrativo da sua empresa.

 

Leia também: Saiba como abrir empresa em Portugal e conseguir a residência pelo Visto D2

 

O que considerar antes de tirar o visto D2

É claro que ninguém toma a decisão de tirar um visto de empreendedor sem pensar com calma todos os aspectos relacionados a abrir um negócio no exterior. Para ajudar nessa missão, aqui vão três dos fatores que considero mais importantes.

 

 


 

O capital inicial para abrir o seu negócio

Para ter o visto de empreendedor para Portugal concedido, será necessário ter um capital social para a sua empresa. O capital social é o capital de giro, um dinheiro inicial que garante que a empresa consegue funcionar, ainda que não esteja tendo lucros.

Além disso, a pessoa que pretende tirar o visto D2 também deve comprovar que possui dinheiro para se manter no país por um ano, independentemente dos rendimentos que o negócio possam trazer. Esse valor pode variar conforme o local onde você pretende morar, já que há regiões do país que vão exigir mais ou menos do seu salário.

Essas duas exigências para o visto D2 resultam em um mesmo fator: você terá que pensar quanto da sua reserva financeira está disposto a gastar para abrir o negócio aqui e garantir a sua subsistência. E, se você não tiver uma reserva financeira, é uma boa ideia já começar a construí-la tendo isso em mente.

 

O mercado

Se o mercado português é diferente do restante da Europa, que dirá do Brasil! Por isso, o ideal antes de dar entrada no seu visto de empreendedor é vir a Portugal já com esse olhar e pesquisar bastante para entender entender a concorrência e os hábitos de consumo dos portugueses no setor que você pretende empreender.

No processo para o visto D2 será exigido um plano de negócios detalhado, então, quanto mais dados você tiver reunido para provar que existe espaço em Portugal para o seu estabelecimento, melhor.

 

Onde abrir o seu negócio

As cidades em Portugal não são todas iguais: o clima, o custo de vida e o mercado varia muito de uma para outra, especialmente se você for comparar cidades de grande porte e de pequeno porte. 

Abrir o seu negócio na capital significa que você terá mais concorrência, mas também estará constantemente em contato com um maior fluxo de clientes em potencial. Já em cidades menores, com a população menor e o turismo mais limitado, talvez você não tenha nenhuma concorrência, mas tenha dificuldades para conseguir novos clientes.

Outro ponto é que começar por um mercado menor pode deixar você mais confortável e seguro para depois tentar dar um passo maior, especialmente porque o custo de vida será ainda mais baixo nesses lugares. Porém, começando pela capital, a chance de ver o dinheiro entrar no caixa da sua empresa pouco tempo após a abertura das atividades e você alcançar o retorno sobre o seu investimento é maior.

 

A sazonalidade

Existem alguns fatores sazonais que podem fazer toda a diferença, dependendo do seu negócio.

Como estamos acostumados a temperaturas quentes ao longo do ano inteiro, não vemos como a chegada do inverno, por exemplo, pode afetar as nossas vendas. Negócios pensados para serem desfrutados ao ar livre ou que dependem de bom tempo podem sair prejudicados, portanto, vão precisar garantir seus rendimentos apenas nos meses de clima mais ameno. Mudar a cidade na qual você iria basear o empreendimento também pode ajudar nessa questão, já que pro sul o clima tende a ser mais quente.

Ou ainda se o seu empreendimento depender dos períodos de alta no turismo (geralmente mais intensos nas férias de verão europeias), pode ser que tenha dificuldades para vender seus serviços durante o outono ou a primavera.

O Algarve, por exemplo, é um local que sofreria com essas duas condições: os albergues da região estão sempre cheios no verão, quando a região de praia atrai turistas de férias de todas as partes da Europa. Porém, com a chegada do frio e a volta dos turistas para as suas rotinas, é comum que esses espaços precisem fazer promoções e estejam mais vazios no final do ano.

 

 

orientação sobre visto d2 - nacionalidade portuguesa

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Yasmin Narcizo

Yasmin Narcizo

Brasileira em Lisboa. Redatora publicitária e estrategista de conteúdo para Marketing Digital. Curiosa, entusiasta das palavras e sempre pronta pra próxima viagem.

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